domingo, 25 de dezembro de 2016

Museu Egípcio da Rosacruz em Curitiba

A Ordem Rosacruz, AMORC é uma Organização místico-filosófica mundial, não-sectária, não-lucrativa, cultural, educacional e apolítica, destinada ao autoaperfeiçoamento do ser humano, visando o despertar de seus poderes interiores, para uma vida mais plena e integral. A Ordem conserva um conjunto de técnicas milenares, mas sempre atualizadas, comprovadas pelo tempo e capazes de promover este despertar.

A AMORC, foi fundada em 1915 nos Estados Unidos, Harvey Spencer Lewis, a AMORC é a maior confraternidade Rosacruz.

O museu egípcio criado em 1990, divulga a história do mundo egípcio, é o seu principal objetivo. O acervo é constituído por réplicas de peças que pertencem a coleção de museus europeus egípcios e norte americano, o museu possui salas com exposições, onde o visitante conhece toda a história do mundo egípcio, as salas conta com exposições de longa duração, e no museu fica uma múmia feminina com cerca de 2.700 anos chamada de Tothmea, que viveu de 1070 – 712 a.C, ela é pelo menos 500 anos mais velha que Jesus Cristo, ela foi descoberta no ano de 1885, em uma necrópole de Tebas Ocidental por um secretário do governo americano chamado Samuel Sulivan Cox, que visitava o Egito não se sabe da sua vida e do seu nome verdadeiro, recebeu o apelido de Tothmea, em homenagem aos Faraós Tothmés aos quais governaram o Egito durante a 18 dinastia entre os anos (1504-1425 a.C), de acordo com os estudos realizados, a possibilidades que ela tenha atuado como cantora ou até mesmo como musicista de um santuário da deusa. A múmia ficou no museu Rosacruz de San Jose, Califórnia, e no ano de 1995 foi doada para o museu egípcio e Rosacruz, o acontecimento marca a vinda de uma múmia autentica para a região sul do Brasil.
























































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