segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Santuário Santa Paulina

Mais de 70 mil pessoas visitam todos os meses o complexo religioso. O movimento intensifica-se no segundo domingo de julho, dedicado à Santa Paulina, e nas demais datas consagradas pela Igreja e pelo próprio Santuário. Nestes dias, os romeiros rezam junto à fonte natural próxima ao santuário e fazem orações nos muitos monumentos em sua homenagem.

A imigrante trentina-italiana, Amábile Lucia Visintainer chegou à região com seus pais, em 1875. Aos 25 anos, ela deixa a família. Convencida de sua vocação, cria a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, adotando o nome de Irmã Paulina. Em 1903, já Madre, muda-se para São Paulo e ali funda várias casas assistenciais. Na mesma cidade, morre cega e sem um braço em 1942, aos 77 anos. Seu primeiro milagre - a cura de uma gestante que sofreu hemorragia ao retirar o feto morto - foi confirmado pelo vaticano em 1966. Toda a trajetória de Santa Paulina é contada nos muitos pontos que compõem o complexo.

A Capela Nossa Senhora de Lourdes, construída em estilo colonial, era zelada por Amábile. O casebre com telhado de palha, réplica do local onde Santa Paulina cuidou de uma cancerosa, é o local preferido dos visitantes. No engenho, a futura santa trabalhou em sua adolescência. O local abriga também o Museu Colonial, com ferramentas e equipamentos usados pelos imigrantes, a Casa das Graças, entre outros atrativos.


































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